Ritinha, menina bela,
Que não faz nada por mal,
Namora pela janela,
Namora pelo quintal!
Prega-lhe o pai uma sova,
Que a põe de cama a chorar
E quase a conduz à cova.
E diz o velho a berrar:
“Arre! agora, felizmente,
Quero ver se inda és capaz
De namorar pela frente
E namorar por detrás!”