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1867–1909

O CASAMENTO

Sebastião Cícero dos Guimarães Passos

Vai casar um velho torto Com uma menina faceira, “Por que é que faz essa asneira, Quando já está quase morto?”

“Porque quero ter um filho! Quero ser pai!” Malicioso, Acode o Thomaz Pampilho Com um sorriso venenoso:

Não pense n’esse tropeço Sossegue! fique tranquilo! A sua noiva conheço: Não é capaz de traí-lo!

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