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1740–1811

SÓ EU, SÓ TU, MAIS NINGUÉM

Nicolau Tolentino de Almeida

Em casa em dando uma hora, Se acaso n’isto assentarmos, Te espero para jantarmos Mesmo de barrete fora:

Aquela certa senhora Creio que esta vez não vem; Podes ir mesmo sem trem. Não cuides em te acear,

Pois lá havemos estar. Só eu, só tu, mais ninguém.

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