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1740–1811

DE MIL SUSPIROS QUE DOU

Nicolau Tolentino de Almeida

Parto enfim desesperado, E, sem que o motivo conte, Vou a estranho horizonte Chorar o meu triste fado.

Já vejo o laço quebrado Que a ventura me forjou; E como Nize o quebrou. Conservando os olhos secos,

Ao menos não ouça os ecos De mil suspiros que eu dou.

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