Com o sono errou os passos,
Perdeu o tino e conselho;
E deste languido velho
Amor quer dormir nos braços:
Faz-me os ossos em pedaços,
Pesa-me, sem me aquentar;
Senhoras, vinde-o tirar,
É mau trono, choça pede,
Para bem meu, e bem d’ele
Qual de vós o quer tomar?