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1740–1811

A UM PADRE GUARDIÃO

Nicolau Tolentino de Almeida

Meu padre guardião, que exemplarmente Regeis essa capucha sociedade, Que munida do véu da santidade Passa como não passa a mais da gente:

Vós que à força de braço onipotente Fazeis tremer do inferno a potestade, E aos exorcismos só de um vosso frade Se explica o demo em português corrente:

Logo que dessa estola o forte escudo Buscar esbelta ninfa, que atacada Seja d’algum demônio surdo ou mudo, Mandai dos Marquês conte a trapalhada:

Pois só ele, que foi o que urdiu tudo, Sabe quem cometeu a velhacada.

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