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1740–1811

A MINHA FELICIDADE

Nicolau Tolentino de Almeida

Cesse, ó Nize, o teu rigor Esse ódio injusto reprime: Perdem o nome de crime Os crimes que faz amor.

Torne ao seu antigo ardor A nossa antiga amizade: Adoça a rigoridade Do penoso estado meu,

E faze c’um riso teu A minha felicidade.

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