Erguendo-se a donzela, então, formosa e lânguida,
Contempla-o com respeito e com amor sorri;
E diz-lhe, ao receber a luva, com voz trémula:
“O quanto hei de te amar!... por que descri de ti?...”
Mas ele, recuando um passo e cortejando-a
D’esta forma agradece os cumprimentos seus:
“Guardai o vosso amor dentro da luva; odeio-vos,
Esquecei-vos de mim — que vos desprezo. Adeus!”