“Ora deixe-me, então... faz-se criança?
Olhe que eu grito, pela mãe chamando!” —
Pois grite (então lhe digo, amarrotando
Saiote, que em baixa-lo irada cansa):
Na quente luta lhe desgrenho a trança,
A anágua lhe levanto, e fumegando
As estreitadas bimbas separando
Lhe arrimo o caralhão, que não se amansa:
Tanto, a ser gíria, não gritava a bela;
Que a cada grito se escorvava a porra,
Fazendo-lhe do cu saltante pela!
— Ha de pagar-me as mangações de borra;
Basta de cono, ponha o sesso à vela,
Que n’ele ir quero visitar Gomorra.