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1765–1805

XXXI

Manuel Maria Barbosa l'Hedois du Bocage

Alma nova cobrou, qual lebre aflita, Que das unhas dos cães se vê liberta; E apalpando a conaça (oh que desdita!) Mais que boca de barra a encontra aberta;

Mas consola-se um pouco, e já medita Em fugir da ruína, que é tão certa; E em vingar-se do horrível Brutamonte, Ornando-lhe de cornos toda a fronte.

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