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1765–1805

XXVIII

Manuel Maria Barbosa l'Hedois du Bocage

Uma noute o Scopezzi mui contente (Depois de borrifar a sacra espada Que traz da rubra fita pendurada Com cuspo, e vinho, que vomita quente:)

Conversava co’a esposa em voz tremente Sobre a grande ventura inesperada De ser a sua Plácida adorada Por um Marquês tão rico, e tão potente;

A velha lhe replica: “Isso é verdade; Em quanto moça for, nunca o dinheiro Faltará n’esta casa em quantidade. “Mas tu sempre és o tafulão primeiro;

Pois tendo cabrão sido n’outra idade, És agora o maior alcoviteiro!”

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