“Vendo a fome cruel do parrameiro,
Que essas negras entranhas te devora,
De putas um covil deixei ligeiro,
Por fartar-te de fodas sem demora:
Consolarás o rígido madeiro
N’uma fêmea gentil, que perto mora;
Mas não lh’o metas todo, pois receio
Que a possas escachar de meio a meio.”