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1765–1805

XIV

Manuel Maria Barbosa l'Hedois du Bocage

“Vendo a fome cruel do parrameiro, Que essas negras entranhas te devora, De putas um covil deixei ligeiro, Por fartar-te de fodas sem demora:

Consolarás o rígido madeiro N’uma fêmea gentil, que perto mora; Mas não lh’o metas todo, pois receio Que a possas escachar de meio a meio.”

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