N’este comenos o cornaz marido,
O bode racional, veado humano,
Entrava pela câmara atrevido
Como se entrasse n’um lugar profano:
Mas vendo o preto em jogos de Cupido,
Eis sai logo, dizendo: “Arre magano!
Na minha cama! Estou como uma brasa!
Mas, bagatela, tudo fica em casa.”