É pau, e rei dos paus, não marmeleiro,
Bem que duas gamboas lhe lombrigo;
Dá leite, sem ser arvore de figo,
Da glande o fruto tem, sem ser sobreiro:
Verga, e não quebra, como o zambujeiro;
Oco, qual sabugueiro tem o embigo;
Brando ás vezes, qual vime, está consigo;
Outras vezes mais rijo que um pinheiro:
Á roda da raiz produz carqueija;
Todo o resto do tronco é calvo, e nu;
Nem cedro, nem pau-santo mais negreja!
Para ser falta-lhe um ;
Adivinhem agora que pau seja,
E quem adivinhar meta-o no cu.