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1765–1805

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Manuel Maria Barbosa l'Hedois du Bocage

“Ah! se eu soubera (continua o couro Em torrentes de sêmen já nadando) Se eu soubera que havia este tesouro Ha que tempos me estava regalando!

Nem fidalguia, nem poder, nem ouro Meu duro coração faria brando; Lavara o cu, lavara o passarinho, Mas só para foder c’o meu negrinho.

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