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1765–1805

VI

Manuel Maria Barbosa l'Hedois du Bocage

Seus cristalinos, deleitosos braços, Sempre abertos estão, não para amantes, Mas para aqueles só, que, nada escassos, Cofres lhe atulham de metais brilhantes;

As níveas plantas, quando move os passos, Vão pisando os tesões dos circunstantes; E quando em ledo som de amores canta, Faz-lhe a porra o compasso co’a garganta.

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