A luz acorda o mundo. A natureza
De seu berço levanta-se formosa
E saúda o Senhor. Sobre as montanhas,
Nas grimpas do arvoredo, e sobre as ondas,
O glorioso príncipe dos astros
Feliz esparze as dádivas primeiras.
Perdem-se ao longe nas viçosas matas,
Nos altos dos outeiros e nos vales
As turmas dos conversos. Triste, mudo,
O apóstolo das selvas se levanta
Do escuro tronco onde passara a noite,
E se recolhe à sossegada ermida.