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1841–1875

VIII

Luís Nicolau Fagundes Varela

À esquerda margem de profundo rio, Em sitio ameno e plácido, coberto De transparente areia, matizado De formosas ilhotas de verdura,

Entre acácias virentes, moles palmas, Alveja solitária e pobre ermida. Silvestres flores dos portais aos lados, Úmidas de sereno, abrem medrosas

À luz da lua as cândidas corolas, Onde as brisas do estio ávidas libam Suavíssimos bálsamos; na frente Cercada de jasmins e maravilhas,

Mimos das mariposas forasteiras, Qual um padrão da pátria em terra estranha, Ela ainda! Ela sempre! Sempre bela! A Cruz da Redenção protege os ermos!

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