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1841–1875

VI

Luís Nicolau Fagundes Varela

Oh não! a rude maça, o arco infenso, O grosseiro carcás prenhe de setas, Não lhes pendem dos ombros; em seus peitos Não cai feio colar de humanos dentes,

Nem talismãs de estólido prestígio, Mas o divino emblema do Calvário, A Cruz da Redenção, a imagem santa, Meu Deus, do lenho em que expirou teu Filho,

Dando aos homens em troca do martírio A liberdade, a salvação e a glória.

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