Mas os filhos das selvas não conhecem
Marmóreos torreões, sonoros bronzes,
Áureos altares, santuários ricos;
Não tem jardins, nem primorosos parques,
Calçadas ruas e adornadas praças.
O deserto é o templo, os astros círios,
Aras os montes, e sacrário o peito,
Depois... a natureza e a liberdade!