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1826–1864

IV

Laurindo José da Silva Rabelo

Amigo, Do riso e da aflição me acarinhaste Do estéril pensamento os pecos frutos; Zeloso Mestre, as trovas me lavaste

No límpido Jordão da clara mente; Amigo e Mestre, deixa que te chame! — Amigo, — porque o és — minha alma o sabe; — Mestre, — porque me pede o entusiasmo

Dizer-te como tal; porque preciso, Um nada como sou, do mundo às portas, Com o mérito teu cobrir meu nome.

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