Amigo,
Do riso e da aflição me acarinhaste
Do estéril pensamento os pecos frutos;
Zeloso Mestre, as trovas me lavaste
No límpido Jordão da clara mente;
Amigo e Mestre, deixa que te chame!
— Amigo, — porque o és — minha alma o sabe;
— Mestre, — porque me pede o entusiasmo
Dizer-te como tal; porque preciso,
Um nada como sou, do mundo às portas,
Com o mérito teu cobrir meu nome.