Terra de mortos, deixa que dos vivos
As almas se dilatem; frias cinzas
Animar-se não podem; mas são elas
Quinas dos edifícios abatidos
Que o espírito só a Deus conhecem.
Deixai-os divagar nessas ruínas,
Que são domínios seus. — A terna ave,
A quem a companheira arrebataram,
Deixa, ao menos, voar em torno ao ninho.