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1826–1864

IV

Laurindo José da Silva Rabelo

Terra de mortos, deixa que dos vivos As almas se dilatem; frias cinzas Animar-se não podem; mas são elas Quinas dos edifícios abatidos

Que o espírito só a Deus conhecem. Deixai-os divagar nessas ruínas, Que são domínios seus. — A terna ave, A quem a companheira arrebataram,

Deixa, ao menos, voar em torno ao ninho.

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