Sim, hei de consumar o sacrifício;
Nem súplicas, nem queixas há de ouvir-me;
Do Coração no fundo hei de trancá-las
Ao vê-la, ao vê-los, e saudar contente
Do amor de ambas a ventura e os gozos!
Daquele olhar d’arcanjo cujos raios,
Como punhais de fogo,
Do coração as fibras me laceram,
Hei de fitar a luz sem perturbar-me;
E morrer impassível,
Quando nos olhos dele minha vida
Em delíquio amoroso depuserem!