Foi ele neste campo o mestre e o guia
De uma raça de heróis em cujas veias
Fervia com o sangue o amor da Pátria!
Aqui, por sobre as frontes inimigas
Passando como um raio
Que ao mesmo tempo espalha luz e morte,
Os servos fulminando,
Sua espada de bravo a um bravo povo
Aqui viu esse povo
Decidido no empenho de ganhá-la,
Como um leão bramindo engolir chamas,
E vomitar na fronte do tirano
Que tentava enfreá-lo!
Aqui o viu c’roado
De cívicas verbenas
Com as cadeias fundidas
No fogo do combate
O crânio esmigalhar do despotismo:
E a horda escrava que servia o monstro
Fugitiva a correr, lançar-se às ondas,
Ou cair tropeçando nas espadas.
Sentado em sua tenda de guerreiro
Aqui nos braços recebeu do amigo
Os parabéns alegres,
Que rindo repartiu com seus soldados,
E descansou, dormindo aos sons festivos
Dos hinos marciais, que aos Céus levavam
Entre vivas seu nome. Aqui... Não, cinzas,
Aqui, perante os netos generosos
Que gratos hoje vêm dar-vos seus cultos,
Da traição dos avós não falaremos.
Do cristão sobre a campa a caridade
Com letras imortais perdão escreve: —
Perdão para os ingratos!!!