E perdi-a! e nem mais uma esperança,
Sequer, me alenta nesta dor terrível,
Que hei de, não mudo só, porém me rindo
Devorar em segredo até a morte!
Suportar um tormento
Que ao menos em gemidos
Vai-se em parte exalando; a febre, a sede
Do amor e da saudade mitigar-se
Com lágrimas, é bem que só conhece,
Quando o céu lhe recusa, o desgraçado!
E não hei de chorar, chorar não quero,
Não quero, porque as bagas do meu pranto
Enfeitam a coroa
Que ele cinge, feliz, nos braços dela!