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1826–1864

Glosa

Laurindo José da Silva Rabelo

Do amor o ardente lume Eterno nunca se apaga Arde por baixo da vaga; Da suspeita o azedume

Ainda no mar do ciúme. Não lhe dissipa o fulgor, Tanto que quando o amador Chora da ingrata o quebranto,

Por entre as bagas do pranto Fervem centelhas de amor.

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