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1826–1864

Glosa

Laurindo José da Silva Rabelo

O meu bem em certa feira Em que comigo se achava, Disse que não adotava Pagode sem bebedeira.

Repreendendo-a da asneira Lhe disse: “Márcia, o que fazes?” Ela então, fazendo as pazes, Respondeu-me com carinho;

“Gentes, pagode sem vinho Não é coisa de rapazes.”

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