De Isabel os restos jazem
Lá no recinto sombrio,
No seio da sepultura
Solitário, mudo e frio.
Lá descansa em sono eterno
A Mãe cheia de ternura,
A Rainha que a ventura
Fazia do povo Seu.
Tantas preces, tanto pranto,
Tantas súplicas de amor,
Nada, nada do Senhor
O decreto removeu.