Mas Deus, ao pensar, depois,
Teve pena de nós dois.
E sendo Ele o grande amigo,
Que não tira um grão de trigo
No Caminho do Destino.
Onde a gente, em desatino.
Vencendo rios e escombros,
Carrega uma cruz aos ombros.
Fez com que, prenda querida,
Ao raiar de uma outra vida,
Nossas almas se encontrassem,
E ardentemente falassem
Do Amor sublime e forte,
Banhado de um sol divino;
Vencedor da própria morte.
No Caminho do Destino.