Nas curvas desses seios lactescentes
Segues, tranquilamente, sossegado,
Por este mundo de paixões ardentes,
Mais que as ondas de um mar bravio, irado...
Segues de olhos fechados às frementes
Dores, porque em seus seios amparado,
Teu coração é todo florescentes
Vinhos, num verde e luxuriante prado.
É dessa forma, bem feliz na vida,
Pois quanta gente, por aí perdida
Vive, tão só, nas ânsias, nos arrancos,
Sem ter quem lhe agasalhe o peito aflito
Num punhado de cal, ou de granito...
Ah! quanto mais naqueles seios brancos!