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1865–1927

Samaritana

Juvêncio de Araújo Figueredo

O lindo nome de Samaritana Ela teria, mas que sorte a sua! Veio e voltou na mesma caravana, Sob o palor tristíssimo da lua.

De onde a luz, nesse espaço azul, emana Ela veio, e p’ra lá voltou. A tua Alma veste-se então de dor insana, E a minh’alma na mesma dor flutua.

Ah! se a nossa filhinha se criasse Dar-nos-ia o maior contentamento, Cada vez mais alegre e mais vivace, Quando, nos dias de calor violento,

Desse água fresca e pura a quem passasse De cruz aos ombros, cheio de tormento.

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