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1865–1927

Pelo caminho branco

Juvêncio de Araújo Figueredo

Pelo caminho branco da bondade, É que terás de ver os astros brancos, Que se perdem no azul da imensidade, Cada vez mais sublimes e mais francos.

Assim dizem, do amor na claridade, Os que rompem da terra os largos flancos, E vão, felizes de serenidade, Sem da tortura os rústicos arrancos.

Assim dizem os que, num belo assomo, Todos vestidos de purezas como Os lírios, os jasmins, as açucenas, Buscam do espaço esse caminho lindo,

Sem se voltarem para trás, ouvindo O carrilhão das ilusões terrenas.

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