Pedro seria o nome predileto
Deste que, coitadinho, nasceu morto.
Ah! Pedro, não! o Galileu, absorto,
Não deu ao Mestre um coração correto.
Outro nome teria esse dileto
Filho do nosso amor, do nosso horto...
Nem mesmo o nosso coração é um porto
Com barco a vela, de saudoso aspecto.
Mas o que digo? Pois ninguém na terra
Que tanta lama de miséria encerra,
Jamais deixou, no fundo dos reveses,
Ou na alegria que na vida o açoite,
De negar, dia e noite, dia e noite,
Mais do que Pedro, bilhões de vezes?!