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1865–1927

Paulo

Juvêncio de Araújo Figueredo

Paulo, na flórea estrada de Damasco Foi convertido ao amor do Nazareno. Deixou, portanto, deste mundo o asco, Extinguindo-lhe todo o atroz veneno...

Pedro limpava, nessa tarde, o casco Do seu barco que para o mar, sereno Iria. E Paulo amou-o, do penhasco, Da altura excelsa de um clarão ameno.

E se a nascer chegasse o nosso filho, O meu amor, que misterioso brilho Nos seus lábios dulcíssimos traria... Talvez, amor, dentro de poucos anos,

Morressem para sempre os desenganos... E o que o mundo na fé então seria?...

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Paulo · Juvêncio de Araújo Figueredo · Poetry Cove