Repica alacremente o sino da capela,
Numa torre de pau, a um ferro pendurado.
Sobe a estrada do morro o vigário, apressado,
No seu carro de mola ao qual um burro atrela.
Dobra o pontal da barra uma canoa, à vela.
Chega o filho do João, para ser batizado,
Sob o esplendor do sol, sob o clarão doirado
Do sol no ocaso, além do altivo Cambirela.
Entretanto lá vai, por essa mesma estrada,
Em procura da paz, numa cova isolada,
Um velho que morreu na ramada, entre os bois.
Mudada embora, a voz do sino, de repente,
O filho do João vem descendo contente...
Mas, qual será, Maria, o mais feliz dos dois?