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1865–1927

IV

Juvêncio de Araújo Figueredo

, de um luar velado, Quando de maio o espaço é uma turquesa! Torre a cujo sopé, alucinado, Depus beijos de amor e de pureza!

Pescoço — torreão iluminado Pelos brilhos de toda a natureza; Coluna branca, de um farol sagrado, Aberto ao mar dos sonhos da beleza!

Todos os nossos resplendores de arte Que na voz dos clarins, por toda a parte Errou como asas de águia pela altura. Todos, todos os nossos resplendores

Terão eternamente as mesmas cores, Nos soturnos brumais da sepultura?

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IV · Juvêncio de Araújo Figueredo · Poetry Cove