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1865–1927

II

Juvêncio de Araújo Figueredo

Agora, vejam como a rapariga passa Tão bem, tão satisfeita, alegre, toda risos, Com o formoso olhar resplendente de graça, E a boca a tilintar como os mais leves guizos.

Nenhum medo, nenhum, a incomoda, a embaraça; E os dois seios lhe são delicados narcisos De seiva virginal. Com modos de ricaça, Vive num campo em flor, sem passos indecisos...

É que vive com ela e ela a sente, extremosa, A alma feita clarão, dulcíssima e piedosa Daquele cujos pés beijara e que hoje em dia Procura lhe dizer as cousas mais bonitas,

Encontradas no Além, nas plagas infinitas, Na eterna floração dos Campos da Alegria.

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II · Juvêncio de Araújo Figueredo · Poetry Cove