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1865–1927

II

Juvêncio de Araújo Figueredo

Desci do alto do morro, e, célere, apressado, Fui falar a Valésia, onde ela me esperava. Ai! seio morno! Ai! seio em flor! Ai! seio amado! E era um favo de mel a boca que eu beijava...

Fomos depois à praia... E a praia do povoado, De alegres corações, toda repleta estava! E o luar parecia um óleo derramado Sobre o espelho do mar que os astros retratava.

Viam-se em plena esteira azul das vagas mansas Uns barcos de papel... Ah! quantas esperanças, Da praia virginal no amoroso recorte... Calçadas de ardentia, as belas raparigas

Pareciam visões legendárias, antigas... E os rapazes, então, riam da própria sorte.

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II · Juvêncio de Araújo Figueredo · Poetry Cove