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1865–1927

Hino às estrelas

Juvêncio de Araújo Figueredo

Misteriosas estrelas das alturas, Cristalinas estrelas misteriosas! Ânforas de ouro, de guardar doçuras! Encantadoras ânforas custosas!

Refúgios que minha alma, de entre as duras Lancinações sanguíneas, dolorosas, Busca do Azul nas doces curvaturas, Em horas roxas, vagas e saudosas!

Refúgios eucarísticos, benditos, Da noite lenta e amarga dos meus gritos, Enchei-me o triste coração de lendas... Ah! que a minha alma seja em luz velada:

Seja no nosso encanto amortalhada, E conduzida pelas nossas tendas.

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