As nossas santas mães! Dizei-me se há na vida
Almas mais joviais, e mais cheias de encantos...
Almas que pelo amor, pela estrada florida,
Soltam na asa do beijo os mais vivos quebrantos!
Junto delas não há esperança perdida;
Não morre a luz polar, fria, dos nossos prantos;
Nem sangra a rubra flor virgem de uma ferida;
Nem se perde o carinho ao amaino dos seus mantos.
As nossas santas mães! No amor assinaladas,
São, no entanto, da dor cruel das Sete Espadas,
Todo o emblema; e ninguém na dor excedê-las.
Amemos, pois, quem são, por tão divina sorte,
As únicas no amor; e que, mesmo na morte,
Ainda rezam por nós no tendal das estrelas.