— “Bebo para matar a mágoa que me invade
E me tortura a alma. E bebo sem cessar.
E se o vinho acabasse, eu beberia o mar,
Sempre assim, sempre assim, cheio desta ansiedade:
O que ele repetia a pura verdade...
E continuando, ao balcão, os copos a emborcar,
Ao sol, à chuva, em noite escura, à luz do luar,
De blasfêmias enchia o azul da imensidade.
Tropeçando, uma noite, em que a poeira do gelo
Retalhava-lhe os pés, as faces, o cabelo,
Ei-lo do velho engenho em meio da lareira.
Ressurgida a manhã, fomos ver o Isaltino...
E a sua mãe nos disse: — “Aqui está o destino
De quem lhe vê fugir, num dia, a companheira”!