Quando eu mais do que hei sido for lançado
Às calúnias horríveis, às intrigas,
Abre-me, filho, as tuas mãos amigas,
E eu me veja por elas amparado.
À luz do teu olhar seja eu guiado
Para os trigais do amor, de áureas espigas...
E que me sigas a cantar, me sigas
Se o caminho estiver abandonado!...
Como o Santo da Lenda, o meigo Santo
Que o próprio pai livrou da forca, enquanto
No púlpito rezava uma oração,
Livra a minh’alma aflita, por piedade,
Das esponjas molhadas na crueldade...
E ande eu velhinho pela tua mão!