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1865–1927

Alma crente

Juvêncio de Araújo Figueredo

Como voltou feliz! Como voltou cantando Como uma patativa! E ela, alegre, voltou Da igreja do Rosário, onde esteve rezando, E onde, à Nossa Senhora, uma vela entregou.

Como voltou feliz, da alma crente vazando A graça que no altar de Maria encontrou, No momento em que o seu coração meigo e brando, Do rosário da crença as contas desfiou...

De volta ao velho rancho onde morava, disse, Toda cheia de paz, de sorriso e meiguice: “Filho, a tua saúde, há de, em breve, voltar”, E assim aconteceu. À Flava madrugada

Do outro dia, saía o Paulo, da enseada Remansosa, serena, às redes no alto mar!

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