Ah! quando o sino, emocional, bimbalha:
Blim-de-blim! Blim-de-blim! divinamente,
(Se é manhã) pelo calmo azul se espalha
Uma alegria de encantar a gente.
Ah! quando o sino, emocional, bimbalha:
Blim-de-blim! blim-de-blim! divinamente,
(Se é à tarde) o nosso peito se agasalha
Nos eflúvios do , fremente!
Mas quando o sino de uma igreja tange:
Dlom-dlom! dlom-dlom! Toda a nossa alma abrange
Uma roxa saudade indefinida!
É que o dlom-dlom do sino de uma igreja
Lembra o bater de uma ave que voeja
Sobre os últimos dias desta vida!