Skip to content
1820–1905

PRÓLOGO

José Joaquim Correia de Almeida

Rebelde consoante, ao absurdo me obrigas! Por ti (ninguém se espante) são brancas as formigas!

Fazendo, como vedes, acinte à pobre rima, a ironia, que ledes, no espírito não prima.

Com jeito arrombareis um formigueiro, sem terdes de quebrar seguras trancas, e então vereis se é caso verdadeiro existirem aí formigas brancas.

Cookies on Poetry Cove

We use cookies to remember your language preference and — only with your consent — to learn how Poetry Cove is used. You can change your mind any time.