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1820–1905

PARÁBOLA, O PERUM

José Joaquim Correia de Almeida

Cheio de si e de vento, Faz roda inchado perum; Depois serve de alimento, Que é seu mérito comum.

O homem que se enfatua, Como o perum, faz assim; Porém morre, e a carne sua De vermes é pasto enfim.

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