— Ousou proibir o Bispo
leituras de impiedade!
Ai! Eu livre Imprensa dispo
a legal humanidade.
— Proíbem (oh! que atentado!)
vender-se o que é venenoso!
Eu livre Comércio brado:
despojaram-me de um gozo.
— Pólvora não se fabrique
no coração da cidade!
Pois então querem que eu fique
Indústria sem liberdade?!