Toma o novel tabaquista
Uma pitada de esturro;
Que é primoroso rapé
Fica supondo o casmurro.
Chupista novel enxuga
Uma pinga menos boa;
Bebe péssimo zurrapa
Por generoso Lisboa.
O crítico sem critério
Muitas vezes leva a manta,
Aplaudindo, como ao cisne,
Uma coruja que canta.