Donzela espirituosa
ofertava da janela
uns cravos à Dona Rosa,
que como ela era tão bela.
Passava certo estudante,
só de vista conhecido,
o qual, com ser mui pedante,
era assaz intrometido.
— Dá-me esses cravos, menina?
— Não posso, pois já ’stão dados;
ali perto na oficina
há outros atarracados.