Skip to content
1820–1905

EPIGRAMA

José Joaquim Correia de Almeida

Charlatão impertinente Esfregou tanto o nariz Nas obras de Chrenoviz, Que adoeceu finalmente.

E veio o facultativo, Médico, ou cirurgião, Aplicar o curativo Ao enfermo charlatão.

“Consinta que o pulso tome... Deite a língua para fora... Conheço, percebo agora A moléstia que o consome.

Se a medicina não mente, Espero que me acredite, Que está sofrendo o doente Aguda charlatanite.”

Cookies on Poetry Cove

We use cookies to remember your language preference and — only with your consent — to learn how Poetry Cove is used. You can change your mind any time.