Charlatão impertinente
Esfregou tanto o nariz
Nas obras de Chrenoviz,
Que adoeceu finalmente.
E veio o facultativo,
Médico, ou cirurgião,
Aplicar o curativo
Ao enfermo charlatão.
“Consinta que o pulso tome...
Deite a língua para fora...
Conheço, percebo agora
A moléstia que o consome.
Se a medicina não mente,
Espero que me acredite,
Que está sofrendo o doente
Aguda charlatanite.”